Dúvidas Frequentes
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Este canal foi criado para acolher suas dúvidas, sugestões ou eventuais dificuldades relacionadas a Extensão Matriz E2A Radial.
F.A.Q.
A Extensão na Matriz Radial representa uma evolução em relação ao modelo E2A anterior. Na prática: a Extensão Radial busca ampliar a sala de aula, permitindo que o estudante vivencie a aplicação do conhecimento e contribua para a solução de problemas reais da comunidade.
O propósito da Extensão Radial é promover a formação integral do estudante por meio da interação com a sociedade. É uma forma de possibilitar que nossos alunos atuem como agentes de mudança em suas futuras profissões e na sociedade.
A presencialidade na Extensão Radial não se refere necessariamente a estar fisicamente em uma sala de aula, mas sim à interação direta com a comunidade ou o público externo. Significa que a atividade extensionista deve ocorrer em um contexto aplicado, onde o estudante possa:
- Observar e Diagnosticar: entender as necessidades e desafios de um grupo social ou organização.
- Intervir e Atuar: aplicar soluções, oferecer serviços ou desenvolver projetos em conjunto com a comunidade.
- Co-criar e Dialogar: estabelecer uma troca de saberes, valorizando o conhecimento popular e as experiências locais.
Os Ciclos de Experiências Extensionistas são etapas progressivas e estruturadas que organizam a jornada do estudante na Extensão Radial ao longo de todo o curso. Os ciclos foram desenhados para garantir que a experiência extensionista seja contínua, crescente em complexidade e alinhada ao desenvolvimento acadêmico e profissional do aluno.
Os ciclos permitem que o estudante construa seu repertório extensionista gradualmente, desde a sensibilização até a intervenção e o impacto social.
Importante: familiarize-se com a descrição detalhada de cada ciclo no material oficial para entender as particularidades de cada ciclo.
A Extensão Radial é organizada em três ciclos principais, cada um com um propósito específico:
Ciclo 1: Sensibilização e Diagnóstico
- Propósito: despertar a consciência social do estudante, introduzi-lo à realidade da comunidade e capacitá-lo a identificar problemas e necessidades. Foco na observação, pesquisa e levantamento de dados.
- Exemplo de Atividade: mapeamento de demandas de uma comunidade, pesquisa sobre indicadores sociais de um bairro, entrevistas com líderes comunitários.
Ciclo 2: Intervenção e Execução
- Propósito: desenvolver e implementar soluções para os problemas identificados no Ciclo 1. O estudante atua diretamente na comunidade, aplicando seus conhecimentos para gerar mudanças. Foco na ação, planejamento e execução de projetos.
- Exemplo de Atividade: realização de oficinas educativas, prestação de serviços (consultoria, atendimento), desenvolvimento de protótipos ou ferramentas para a comunidade.
Ciclo 3: Consolidação e Impacto
- Propósito: aprofundar a intervenção, avaliar os resultados das ações e consolidar o impacto gerado. O estudante reflete sobre a experiência, propõe melhorias e contribui para a sustentabilidade das iniciativas. Foco na avaliação, disseminação de resultados e legado.
- Exemplo de Atividade: elaboração de relatórios de impacto, criação de planos de sustentabilidade para projetos, capacitação de membros da comunidade para dar continuidade às ações.
Os ciclos são distribuídos de forma progressiva ao longo da matriz curricular, acompanhando o desenvolvimento do estudante:
- Ciclo 1: geralmente ocorre nos primeiros semestres do curso. É a fase de introdução, onde o estudante começa a ter contato com a realidade social e a entender o papel da extensão.
- Ciclo 2: desenvolve-se nos semestres intermediários. Aqui, o estudante já possui uma base de conhecimento mais sólida e está apto a planejar e executar intervenções mais complexas.
- Ciclo 3: é implementado nos semestres finais do curso. Nesta etapa, o estudante aplica todo o conhecimento acumulado, avalia o impacto de suas ações e contribui para a sustentabilidade dos projetos.
Essa distribuição garante uma curva de aprendizado contínua, onde a complexidade das atividades extensionistas aumenta à medida que o estudante avança no curso e adquire mais competências.
A progressão entre os ciclos de experiências extensionistas é automática no sentido de que todos os estudantes devem passar por eles, pois são componentes curriculares obrigatórios. Não há um processo de “seleção” para avançar de um ciclo para o outro.
No entanto, a aprovação em cada ciclo depende da conclusão e avaliação satisfatória das atividades extensionistas propostas. Ou seja, o estudante precisa cumprir os requisitos de cada ciclo para ser aprovado, garantindo assim sua progressão no curso. A complexidade e as expectativas de desempenho aumentam a cada ciclo, exigindo que o estudante demonstre um aprendizado e engajamento crescentes.
O planejamento da atividade de extensão pode ser mais orgânico do que você imagina. Siga estes passos:
- Identifique o Ciclo: alinhar o tipo de atividade ao propósito do ciclo.
- Diagnóstico de Necessidades (ou Parcerias): pense em problemas ou demandas reais da comunidade. Você pode buscar parcerias com ONGs, escolas, associações ou empresas locais.
- Defina o Problema e a Solução: Com base no diagnóstico, formule um problema claro e proponha uma atividade extensionista que ofereça uma solução ou contribuição.
- Planeje a Execução: detalhe as etapas, os recursos necessários, o cronograma e o papel dos estudantes. Lembre-se que a atividade deve envolver a interação direta com a comunidade.
- Pense na Documentação e Avaliação: desde o início, defina como a atividade será registrada e como o impacto será medido.
Integrar a extensão não significa adicionar mais conteúdo, mas sim dar um novo propósito e contexto ao que é ensinado. Veja algumas formas práticas:
- Estudos de Caso Reais: em vez de casos hipotéticos, utilize problemas reais de comunidades ou organizações como base para discussões e projetos em sala.
- Projetos de Pesquisa-Ação: proponha que os alunos pesquisem uma demanda social e, a partir dela, desenvolvam um projeto de intervenção que será executado na comunidade.
- Visitas Técnicas com Propósito: transforme visitas técnicas em oportunidades de diagnóstico de necessidades ou de aplicação de soluções em campo.
- Desenvolvimento de Materiais para a Comunidade: peça aos alunos para criarem cartilhas, vídeos educativos, workshops ou ferramentas que possam ser úteis para um público externo.
- Consultorias e Atendimentos: em cursos da área da saúde ou jurídica, por exemplo, organize atendimentos supervisionados à comunidade.
A documentação é crucial para comprovar a realização e o impacto das atividades extensionistas. A presencialidade (interação real com a comunidade) pode ser evidenciada por:
- Relatórios de Atividades: descrição detalhada das ações, objetivos, metodologia, resultados e aprendizados.
- Registros Fotográficos e Audiovisuais: fotos e vídeos das atividades em campo, com a participação dos estudantes e da comunidade (sempre com autorização de imagem).
- Listas de Presença: em eventos, oficinas e atendimentos realizados na comunidade.
- Depoimentos e Feedbacks: declarações da comunidade beneficiada sobre o impacto da ação..
- Produtos Gerados: cartilhas, e-books, softwares, protótipos, planos de negócios, etc., que foram desenvolvidos para a comunidade.
- Registros em Sistemas Institucionais: utilização de plataformas específicas da instituição para o cadastro e acompanhamento dos projetos de extensão.
É importante que a documentação seja clara, organizada e reflita a interação real dos estudantes com o contexto externo.
Avaliar o impacto social vai além de contar o número de participantes. É sobre avaliar a mudança gerada (ou que pode ser gerada) na vida das pessoas ou na comunidade. Para isso, você pode:
Definir Indicadores: antes de iniciar a atividade, estabeleça indicadores claros de sucesso. Por exemplo:
- Qualitativos: melhoria na percepção de saúde, aumento do conhecimento sobre um tema, satisfação dos beneficiários.
- Quantitativos: redução de um problema (ex: casos de dengue), aumento de participação em programas, número de pessoas capacitadas.
Coletar Dados: utilize ferramentas como questionários (pré e pós-intervenção), entrevistas, grupos focais, observação participante e análise de documentos.
Analisar e Relatar: compare os dados coletados com os indicadores definidos para verificar se os objetivos foram alcançados e qual foi a magnitude da mudança.
Seu papel, professor(a), é fundamental e se transforma em um facilitador e mediador da experiência extensionista. Você será:
- Orientador: guiando os estudantes na identificação de problemas, no planejamento e na execução das atividades.
- Conector: estabelecendo pontes entre o conteúdo acadêmico e as necessidades da comunidade.
- Mediador: auxiliando na interação entre os estudantes e os membros da comunidade, garantindo uma troca respeitosa e produtiva.
- Avaliador: não apenas do produto final, mas de todo o processo de aprendizagem e engajamento do estudante.
- Inspirador: estimulando os alunos a se tornarem cidadãos mais engajados e profissionais com responsabilidade social.
É uma oportunidade de se tornar um curador de experiências de aprendizagem transformadoras.
A duração de uma atividade de extensão não é fixa, mas deve corresponder a 10% da carga horária total do curso à qual está vinculada. Essas horas não precisam ser cumpridas em um único evento. Elas são distribuídas nos ciclos extensionistas para cada curso.
A Extensão Radial enfatiza a presencialidade, que significa a interação direta e real com a comunidade. Portanto, uma extensão sem qualquer interação física ou em campo com o público externo, não se alinha ao conceito da Matriz Radial. No entanto, ferramentas online podem e devem ser utilizadas para apoiar e potencializar as atividades extensionistas, como:
- Planejamento e Organização: reuniões de equipe, pesquisa de dados, comunicação interna.
- Disseminação de Resultados: criação de websites, redes sociais, vídeos para compartilhar o impacto da ação.
- Capacitação: treinamentos online para a comunidade, desde que haja uma interação prévia ou posterior presencial.
Aulas híbridas podem ser uma estratégia interessante, onde parte do processo (teoria, planejamento) ocorre online, mas a intervenção e a interação com a comunidade acontecem de forma presencial ou em campo, sempre que for o caso.
A extensão é o campo de atuação (a aplicação do conhecimento na comunidade), e a A3 pode ser uma ferramenta de planejamento e execução desse projeto extensionista. Como eles se articulam:
- Definição do Problema: a A3 ajuda a evidenciar o problema da comunidade que a extensão busca resolver.
- Plano de Ação: a A3 estrutura as etapas da intervenção extensionista, definindo responsabilidades e prazos.
- Acompanhamento e Ajustes: a avaliação A3 permite monitorar o progresso e fazer ajustes necessários durante a execução do projeto extensionista.
Ao usar a A3, você e seus alunos terão um roteiro claro e visual para planejar, executar e avaliar suas ações de extensão, garantindo maior organização e eficácia.
Para apoiar o planejamento e a execução da Extensão Radial:
- Coordenadores de Curso e Núcleos de Extensão: são seus principais pontos de contato para dúvidas, orientações e alinhamento com as diretrizes institucionais e do campus..
- Materiais de Apoio Oficiais: guias, manuais e apresentações sobre a Extensão Radial, que detalham os conceitos, ciclos e processos.
- Plataformas de Gestão: sistemas internos para registro, acompanhamento e avaliação dos projetos de extensão.
- Parcerias Institucionais: a instituição pode ter convênios com ONGs, empresas, órgãos públicos e outras entidades que podem se tornar parceiros em projetos de extensão.
- Capacitações e Workshops: Eventos e treinamentos específicos para professores sobre a Extensão Radial e metodologias de projeto.
Para facilitar o entendimento, vamos explorar alguns exemplos práticos de como a Extensão Radial pode ser operacionalizada em diferentes cursos e ciclos.
Exemplo 1: Bacharelado em Administração - Ciclo 1 (Sensibilização e Diagnóstico)
- Curso: Administração
- Ciclo: ciclo 1 (Sensibilização e Diagnóstico)
- UA Envolvida: Introdução à Administração / Fundamentos de Marketing
- O que poderia ser feito:
- Diagnóstico de Necessidades de Pequenos Empreendedores Locais: os estudantes, em grupos, realizariam um levantamento das principais dificuldades e oportunidades de pequenos negócios (ex: salões de beleza, padarias, lojas de bairro) em uma comunidade próxima ao campus.
Como seria estruturado:
- Fase 1 (Sala de Aula): discussão sobre conceitos de análise SWOT, pesquisa de mercado e entrevista. Preparação de um roteiro de perguntas.
- Fase 2 (Campo - Presencialidade): visitas aos pequenos negócios para entrevistas com os proprietários, observação do ambiente e coleta de dados sobre gestão, vendas, finanças e marketing.
- Fase 3 (Sala de Aula): análise dos dados coletados, elaboração de um relatório de diagnóstico com as principais dores e oportunidades identificadas para cada negócio.
Como seria documentado:
- Relatórios de diagnóstico por grupo, com fotos das visitas (com autorização).
- Gravações de áudio das entrevistas (com consentimento).
- Lista de presença dos alunos nas visitas de campo.
- Feedback dos empreendedores sobre a relevância do diagnóstico.
Qual seria o resultado esperado:
- Para a Comunidade: pequenos empreendedores teriam um panorama de seus desafios e potencialidades.
- Para o Estudante: desenvolvimento de habilidades de pesquisa, comunicação, análise crítica, empatia e compreensão prática dos desafios do empreendedorismo local.
Importante: identifique pequenos negócios ou associações de bairro que poderiam se beneficiar de um diagnóstico inicial e estabeleça um contato para parceria.
Exemplo 2: Licenciatura em Pedagogia - Ciclo 2 (Intervenção e Execução)
- Curso: Pedagogia
- Ciclo: ciclo 2 (Intervenção e Execução)
- UA Envolvida: metodologias de Ensino / Psicologia da Educação
O que poderia ser feito:
- Oficinas de Leitura e Contação de Histórias em Escola Pública: os estudantes desenvolveriam e aplicariam oficinas lúdicas para crianças do ensino fundamental, para estimular o hábito da leitura e o desenvolvimento da linguagem.
Como seria estruturado:
- Fase 1 (Sala de Aula): estudo de técnicas de contação de histórias, planejamento de atividades lúdicas e criação de materiais didáticos.
- Fase 2 (Campo - Presencialidade): realização das oficinas na escola pública, com interação direta com as crianças e professores. Cada grupo de alunos seria responsável por uma sessão.
- Fase 3 (Sala de Aula): avaliação das oficinas, discussão sobre os desafios e aprendizados, e elaboração de um plano de melhoria para futuras intervenções.
Como seria documentado:
- Plano de aula das oficinas.
- Fotos e vídeos das atividades com as crianças (com autorização da escola e pais).
- Depoimentos dos professores da escola e das crianças.
- Relatório final do projeto com análise dos resultados e impacto.
Qual seria o resultado esperado:
- Para a Comunidade: crianças com maior interesse pela leitura e desenvolvimento da criatividade; professores da escola com novas ideias de atividades.
- Para o Estudante: aplicação prática de metodologias de ensino, desenvolvimento de habilidades de planejamento, execução e gestão de sala de aula em um contexto real.
Importante: Entre em contato com escolas públicas da região para identificar necessidades e apresentar a proposta de oficinas, alinhando com o calendário escolar.
A curricularização da extensão visa integrar o ensino, a pesquisa e a prática social, assegurando o cumprimento da Resolução CNE/CES nº 7/2018 e o fortalecimento da função pública da universidade. O modelo E2A Radial organiza a extensão em Ciclos de Experiências Extensionistas, garantindo vivências progressivas, presenciais e territorializadas ao longo da jornada acadêmica.
a. A presencialidade associada as vivências que transbordam o campus e se realizam em
territórios reais, próximos à comunidade ou ao contexto de vida do estudante. As atividades
são orientadas pelo docente, garantindo vínculo pedagógico e relevância social.
b. Concepção Institucional: A Extensão se organiza em Programas Institucionais, com desdobramentos
em projetos e ações de prestação de serviços, voltados à integração entre universidade e sociedade.
Essas ações fortalecem a formação integral, a aprendizagem experiencial e a atuação cidadã
dos estudantes.
c. Impacto Social: As ofertas extensionistas priorizam projetos de maior impacto social,
voltados a gerar transformações concretas nos territórios e contribuir para o alcance dos
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
d. Distribuição nas Matrizes Radiais: As ofertas extensionistas integram o planejamento institucional
e estão distribuídas ao longo dos ciclos de experiências extensionistas, a exemplo da matriz abaixo:
- Ciclo 1 (20h) – Vinculado à Academia de Futuros Profissionais: introdução à vivência extensionista e sensibilização social.
- Ciclo 2 – Desenvolvimento de soluções práticas orientadas por Programas Institucionais.
- Ciclo 3 – Consolidação de projetos e mensuração de impacto social, com foco em resultados e replicabilidade, também orientados por Programas Institucionais.
e. As atividades extensionistas das matrizes radiais serão prioritariamente ofertadas em formato de projetos, assegurando intencionalidade formativa, protagonismo discente e mensuração de impacto.
Em alguns casos, de acordo com as suas respectivas DCNs ou estratégias de currículo, a extensão universitária deverá atender a especificidade por curso, conforme abaixo:
5.1. O que caracteriza a Extensão nas Licenciaturas e na Pedagogia?
Esses cursos seguem as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN 2024), que exigem atuação presencial em instituições de educação básica. Por isso:
- O Ciclo 1 (20h) está vinculado à Academia de Futuros Profissionais;
- O Ciclo 2 (150h) ocorre no 4º semestre;
- O Ciclo 3 (150h) ocorre no 7º semestre;
Ambos exigem docente responsável pela orientação e validação das atividades realizadas pelo aluno.
A presencialidade ocorre através da conexão do estudante com o cenário de prática escolar, devendo ser comprovada por recursos de geolocalização e atestado de presencialidade.
O docente desempenha o papel de articulador e orientador das atividades, e poderá exercê-lo em formato síncrono/híbrido.
curso de Direito mantém o conceito de ciclos, mas com componentes temáticos por cluster (ex.: Direito Digital, Direitos Humanos, Previdenciário, Econômico etc.).
- O Ciclo 1 é obrigatório e vinculado à Academia de Futuros Profissionais (20h);
- Os demais ciclos exigem matrícula compulsória nos semestres correspondentes e supervisão docente;
- A atuação do discente é presencial e territorializada, em núcleos de prática, fóruns e comunidades, ou seja, se desdobra externamente ao campus de origem do aluno;
- As ofertas variam conforme o cluster da matriz (Vocacionadas, Líderes Regionais, Qualidade Única Local);
- O docente desempenha o papel de articulador e orientador das atividades, e poderá exercê-lo em formato síncrono/híbrido, em ensalamento multicampi na mesma IES ou local, a depender da estratégia.
A Extensão em Odontologia está conectada à prática clínica e assistencial, articulando o aprendizado técnico-científico com o compromisso social e o cuidado com a comunidade. As atividades ocorrem em ambientes reais de prática odontológica, internos ou externos à IES, como clínicas-escola, unidades básicas de saúde, escolas, abrigos e outros espaços do território:
- Ciclo 1 (20h) – Vinculado à Academia de Futuros Profissionais: introdução à vivência extensionista, ética no cuidado e responsabilidade social.
- Ciclo 2 – Realizado entre o 2º e 5º semestre, com foco em práticas clínicas supervisionadas e ações educativas em saúde bucal.
- Ciclo 3 – Desenvolvido no 6º e o 8º semestres, voltado à intervenção comunitária, atendimento integrado e mensuração de impacto social.
A presencialidade é obrigatória, ocorrendo por meio da atuação direta do estudante em campo clínico ou comunitário. Deve ser comprovada por geolocalização e atestado de presencialidade, assegurando o registro acadêmico e a conformidade regulatória.
O docente atua como articulador e orientador das práticas extensionistas, acompanhando o planejamento, a execução e os feedbacks das atividades, podendo realizá-los de forma presencial, síncrona ou híbrida, conforme a natureza das ações e o contexto institucional.
A Extensão em Medicina Veterinária está conectada à prática clínica, assistencial e socioambiental, articulando o aprendizado técnico-científico com o compromisso ético com o bem-estar animal, a saúde pública e o desenvolvimento sustentável dos territórios. As atividades são realizadas em ambientes reais de prática veterinária, internos ou externos à IES, como clínicas-escola, hospitais veterinários, propriedades rurais, ONGs de proteção animal, zoonoses, parques, instituições de ensino e comunidades rurais ou urbanas.
- Ciclo 1 (20h) – Vinculado à Academia de Futuros Profissionais: introdução à vivência extensionista, com foco em ética profissional, responsabilidade social e bem-estar animal.
- Ciclo 2 – Desenvolvido entre o 2º e o 5º semestre, com ênfase em práticas clínicas supervisionadas, ações de prevenção e educação em saúde animal e ambiental, além de atividades de orientação comunitária.
- Ciclo 3 – Realizado entre o 6º e o 8º semestres, voltado à intervenção comunitária, atendimento clínico e cirúrgico supervisionado, campanhas de saúde e mensuração de impacto social e ambiental.
A presencialidade é obrigatória, ocorrendo por meio da atuação direta do estudante em campos de prática clínica, hospitalar, comunitária ou territorial, devendo ser comprovada por geolocalização e atestado de presencialidade, conforme os registros acadêmicos e exigências regulatórias. O docente atua como articulador e orientador das práticas extensionistas, acompanhando o planejamento, a execução e os feedbacks das atividades, que podem ocorrer de forma presencial, síncrona ou híbrida, conforme a natureza das ações e o contexto institucional.
A Extensão no curso de Psicologia está articulada ao eixo estruturante da formação (Fundamentos Epistemológicos e Históricos; Fundamentos Teórico-Metodológicos; Fenômenos e Processos Psicológicos; Procedimentos de Investigação e Prática Profissional; Interfaces com Campos Afins; Práticas Profissionais e Inserção Social) e às ênfases curriculares previstas na DCN (Processos Clínicos e Atenção à Saúde, Processos Psicossociais e Educacionais e Processos Organizacionais e do Trabalho). As atividades extensionistas ocorrem em ambientes reais de prática psicológica, internos ou externos à IES, como clínicas-escola, unidades básicas de saúde, hospitais, escolas, instituições socioeducativas, organizações públicas e privadas, ONGs, equipamentos de assistência social e comunidades urbanas e rurais. Essas experiências promovem a integração entre ensino, pesquisa e extensão, aproximando o estudante das demandas sociais e fortalecendo sua atuação ética, crítica e transformadora.
- Ciclo 1 (20h) – Vinculado à Academia de Futuros Profissionais: introdução à vivência extensionista, com foco em ética profissional, responsabilidade social, autoconhecimento e compreensão do papel do psicólogo na sociedade.
- Ciclo 2 – Desenvolvido entre o 2º e o 5º semestre, enfatiza práticas supervisionadas de observação e escuta ativa, ações de promoção e prevenção em saúde mental, educação socioemocional, orientação comunitária e intervenções psicossociais em grupos e instituições.
- Ciclo 3 – Realizado entre o 6º e o 8º semestre, contempla intervenções psicológicas e comunitárias supervisionadas, projetos de saúde mental e bem-estar, práticas interprofissionais e avaliação do impacto social das ações extensionistas.
A presencialidade é obrigatória, concretizada pela atuação direta do estudante em campos de prática clínica, institucional, comunitária ou territorial, e deve ser comprovada por geolocalização e atestado de presencialidade, conforme os registros acadêmicos e exigências regulatórias. O docente extensionista atua como articulador e orientador das práticas, acompanhando o planejamento, a execução e a reflexão crítica das ações. As atividades podem ocorrer de forma presencial, síncrona ou híbrida, conforme a natureza da proposta e o contexto institucional, assegurando a indissociabilidade entre teoria e prática, e o compromisso ético e social da Psicologia com a transformação das realidades humanas.
A Extensão nas matrizes gerais valoriza o protagonismo discente e a inovação social, permitindo que o estudante escolha um tema e desenvolva projetos com impacto real nos territórios, sempre orientado por um docente. As propostas se conectam aos Programas Institucionais de Extensão e aos ODS, integrando ensino, pesquisa e responsabilidade social.
- Ciclo 1 (20h) – Vinculado à Academia de Futuros Profissionais: introdução à vivência extensionista e à escolha do tema de interesse.
- Ciclo 2 – Desenvolvimento do projeto orientado, com diagnóstico e planejamento das ações.
- Ciclo 3 – Execução e consolidação do projeto, com avaliação e mensuração de impacto social.
Cada oferta estará vinculada ao ciclo de experiência correspondente e, ao final do semestre, os alunos aprovados terão a CH creditada daquele ciclo
A presencialidade do aluno no território é obrigatória, com comprovação via geolocalização e atestado de presencialidade. O docente atua como tutor e mentor, conduzindo as orientações de forma presencial, síncrona ou híbrida. Essas ofertas integram o planejamento institucional e serão priorizadas em formato de projetos, fortalecendo a aprendizagem experiencial e o impacto social.
Ciclo 1 é automático via matrícula no componente Academia de Futuros Profissionais e comum a todas as matrizes curriculares.
- Para os cursos de Pedagogia, demais licenciaturas e Direito, a matrícula nos demais ciclos ocorrerá automaticamente (compulsória) no semestre específico para tal, através do Sistema de Gestão de Matrículas da Extensão em calendário previamente informado.
- Para as demais matrizes, nos Ciclos 2 e 3, os projetos respectivos a cada ciclo serão dispostos via edital para matrícula pelo estudante a partir do segundo semestre do curso e até a sua conclusão.
- O sistema acadêmico está em desenvolvimento, com previsão de entrega em 2026/1, para a exibição de alertas de pendência para o estudante quanto à carga horária a ser cumprida a cada ciclo até a conclusão.
interação com a comunidade externa é obrigatória e deve ocorrer de forma presencial no campo extensionista. Mesmo em cursos vinculados as modalidades Live, semi-presencial ou E2A Digital, deve haver atividade presencial em território, comprovada por:
- Relatórios discentes,
- Evidências (geolocalização, fotos, listas de presença),
- Registros de instituições parceiras.
Sem essa interação, a atividade não é reconhecida como extensão.
a. A partir de 2026, a indicação docente nas ofertas de extensão será realizada no Sysclass. Como o componente não possui carga horária de sala de aula, não será vinculada grade-horário nesta ação, uma vez que segue no quadro resumo da matriz. A partir dos projetos estabelecidos em matriz e aqueles submetidos via edital, validados pelas marcas, a designação do docente será feita pela marca e a operacionalização no sistema será de indicação será realizada pela Gerência de Extensão.
Abaixo, detalhamos o perfil docente para cada modalidade de projeto de extensão:
b. Projetos via edital – para cursos gerais, sem especificidades: idealmente docentes em jornada;
c. Projetos via edital para os cursos de Odontologia Radial: idealmente docentes em jornada, com experiência em prática clínica odontológica;
d. Projetos via edital para os cursos de Medicina Veterinária Radial: idealmente docentes em jornada, com experiência em prática veterinária;
e. Projetos com matrícula compulsória para os cursos de Direito: idealmente docentes em jornada, com experiência em atividades de extensão.
f. Projetos via edital para os cursos de Psicologia Radial: idealmente docentes em jornada, preferencialmente com experiência nos eixos estruturantes e de ênfase da matriz.
Os docentes vinculados as turmas de extensão da matriz radial podem equilibrar suas atividades com turmas da matriz mandala.